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Prêmio Paulo Freire – CLDF anuncia os projetos que têm reforçado a Educação no DF

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O plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal esteve em clima de festa na noite dessa quinta-feira (29), quando foram anunciados e homenageados os projetos e personalidades destacados na primeira edição do Prêmio Paulo Freire de Educação da CLDF. A iniciativa foi organizada pela Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC), a partir da Resolução nº 333/2023, proposta pelo presidente do colegiado, deputado Gabriel Magno (PT).

O distrital deu início à sessão solene falando da “alegria do encontro” e parafraseando Paulo Freire: “A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não podem dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria”. 

Conforme informou, foram inscritos 104 projetos na premiação. “Tinha tanta coisa bonita, que causou emoção”, disse Magno, ao que anunciou a decisão da CESC: “Apesar de ser um prêmio, em respeito ao próprio legado do Paulo Freire, não fazia o menor sentido ‘rankear’ esses projetos todos, ter uma classificação, uma ordem. A ideia não era uma competição entre nós, então decidimos premiar e homenagear todos os inscritos”. Durante a solenidade, moções de louvor e medalhas foram entregues, em reconhecimento aos projetos e às pessoas envolvidas (veja aqui).
 

 

Destaques

O edital do Prêmio estabeleceu a premiação de, ao menos, três projetos em cada uma das cinco categorias. São elas: “Educação para a Diversidade”; “Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos”; “Educação para a Sustentabilidade”; “Educação no Campo”, e “Tecnologia e Inovações”.

Observando o edital, o presidente da CESC anunciou os projetos “ganhadores”: “Pensamos no que poderia representar, ao máximo, o conjunto dos inscritos. Já vou dizer que a escolha foi injusta no sentido de não garantir que todo mundo pudesse receber esse destaque”. Esses projetos receberam um troféu:

Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos

Programa Educação com Movimento (PECM): Juarez Oliveira Sampaio e Roberto Liao Junior;

–  Je suis comme je suis: Janine de Fátima Mundim Neto, Eric Alberto Lima de Oliveira e Gregório Henrique Ramos;

Centros De Vivências Lúdicas – Oficinas Pedagógicas;

Projeto RAP (Ressocialização, Autonomia e Protagonismo) – Francisco Celso Leitão Freitas;

– Estreitando Laços: Sarah Marinho, Luana Angélica Modesto Pimentel, Tereza Marques Cardoso da Silva, Daniela Vilela Alencastro, Fabiana Mattoso Lourenço, José Guilherme Fernandes Alves, Christiane Freitas de Oliveira, Luzia Lavendowski Lazzari Alves, Tatiana Modesto Pimentel.

Educação para diversidade

– Projeto Re(vi)vendo Êxodos: Luis Guilherme Moreira Baptista, Marcus Vianna, Marilene Lara Carvalho, Carlos Doberstein, Suzan Doberstein, Rafael Nascimento, Maísa Fidelis, Sabrina Rodrigues, Lara Cleyslla;

– Reconhecer, Acolher e Cuidar: Desenvolvendo Habilidades Socioemocionais para um Futuro Saudável – Zilma Josefa da Fonseca Bispo Azevedo;

– Ubuntu – Por uma Educação Antirracista: Técia Goulart de Souza, Margot Ribeiro, Sherwin Morris.        
Educação para sustentabilidade

– Escola, Comunidade, Vida e Futuro no Cerrado: Iolanda Rodrigues Rocha, Marcilio Ribeiro de Jesus,Exidras Gomes da Silva;   

– PreservArtePatrimônio: Cleber Cardoso Xavier, Maria Glória Bonfim Yung, Alexandre Baena dos Santos, Adriano da Silva Costa, Alessandra Brandão Domingues, Eddie Schultz Henrique, Erlane Coelho Vieira, Flavia Mota Herenio, Flavia Neiva Ibiapina, Glória Maria Maranhão Callafange Baena dos Santos, Helton Prudente Carvalhedo, Marcelo Rosa, Paulo Cesar Valença de Lima, Carla Regina Gonçalves Rocha, Yara de Castro Coelho, Nemézia da Rocha Louzeiro, Silvia Christian A. Viana Araujo, Andréia Saldanha Ferraz Gangana, Raquel Di Maria Mitrovick, Kassandra Castro Dutra, Simone Santos de Oliveira das Mercês, Luciana Graziele Ferreira da Silva, Cláudia Beatriz Oliveira das Dores;         

– Plantando Sementes, Projetando Sonhos: Eliane Cristina Brito De Oliveira, André Marques Binacett, Eliane Cristina Brito de Oliveira, Antônio dos Santos Sousa, Gerson Pereira dos Santos.            

Educação do Campo

– Horta Orgânica na Escola – Aprendizagem e transformação socioambiental para jovens da Educação do Campo: Antonio Maria Severa dos Anjos;

– Escola Classe Sonhem de Cima: saberes e fazeres do campo com prosas e rimas: Sérgio Luiz Teixeira;            

– O Inventário a partir da Sala de Leitura Paulo Arantes – Bororó: Flávia Beatriz Villanova,  Machado Loretti Werneck, Hadije Aparecida Ahmad Lopes;  

A auto-organização dos/das jovens da escola do campo CED/PADF no estudo das práticas agroecológicas em comunidades: caminhos apontados para transformação da escola: Vanilson José Lourenço.   

Tecnologia e Inovações

– Reinventando a Biblioteca: Raquel Gonçalves Ferreira, Maria Célia Madureira;       

– Matemática das Coisas: Mateus Gianni Fonseca e Mauro Oliveira Alencar;

– Inovação Tecnológica para a Aprendizagem Inclusiva na EJA Interventiva: Núbia Rodrigues Pereira Sales   

Escolha

Conforme prevê a resolução que instituiu o Prêmio Paulo Freire de Educação da CLDF, a premiação foi realizada a partir da escolha da maioria dos deputados integrantes da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da Casa, considerando a indicação formal de cidadãos, conselhos escolares, conselhos de classe ou grêmios estudantis. 
 

Fonte: Agência CLDF

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