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Servidores da Educação são pioneiros na transformação educacional de Brasília

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Profissionais desempenham papel fundamental em diferentes setores da Secretaria de Educação

Ícaro Henrique, Ascom/SEEDF

 

 

Na linha de frente da educação no Distrito Federal há uma força vital desempenhada pelos servidores com mais de 50 anos. Alguns deles com até mais idade que a cidade de Brasília, que completa 64 anos no domingo (21), são considerados pilares da comunidade educacional e trazem não apenas anos de serviço, mas a paixão pelo ensino e bem-estar dos estudantes e colegas de trabalho. Os mais experientes desempenham um papel fundamental como mentores e orientadores, e com sabedoria ajudam a moldar a próxima geração de educadores.

 

A subsecretária de Gestão de Pessoas da Secretaria de Educação do DF, Ana Paula Aguiar, destaca o papel dos profissionais mais antigos da Pasta. “A Secretaria de Educação do DF cresceu e evoluiu junto com a cidade de Brasília e essa história se confunde com as histórias pessoais dos servidores com mais de 50 anos, que constituem uma memória viva do nascimento e crescimento da capital do país. Os servidores com mais de 50 anos são aqueles que trazem o histórico da educação pública e que contribuem com os novos servidores com toda a experiência e o conhecimento compartilhados“, ressalta.

 

A professora Maria Ignez Ventura, de 74 anos, é um desses exemplos. A servidora ingressou na Secretaria de Educação do DF, em 1994, e desde então constroe seu legado na carreira educacional. Formada em Letras/Português, Ignez chegou a atuar fora da educação, mas foi no caminho do magistério que ela se encontrou.

 

Ao longo da minha vida profissional atuei por anos como auxiliar administrativo e gerente de recursos humanos, e trabalhei em outros Estados, como Rio de Janeiro e Porto Alegre. No fundo, sempre soube que a educação cruzaria o meu caminho para sempre”, lembra a educadora, que iniciou seus primeiros passos na educação como professora de contrato temporário na SEEDF.

 

 

Assumi o posto de professor temporário de 1994 a 2001. O ponto especial da minha jornada foi em 1998, ano em que fui aprovada no concurso público da SEEDF. Foi um momento gratificante e especial onde adquiri estabilidade e tive a certeza que a educação seria para a vida toda”, concluiu. Atualmente, Ignez é gestora no Centro Ensino Fundamental (CEF) 206 do Recanto das Emas.

 

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“No fundo, sempre soube que a educação cruzaria o meu caminho para sempre”, ressalta a professora Maria Ignez Ventura, de 74 anos.

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Lotados em diversos setores da Secretaria, como escolas, Coordenações Regionais de Ensino, ou na própria sede administrativa, os servidores mais longevos da SEEDF funcionam como memória da Pasta e a vasta experiência é sempre de grande valia. Carlos Roberto Nunes, de 58 anos, é lotado como apoio administrativo da Assessoria Jurídico-Legislativa (AJL), mas possui em seu currículo uma vasta experiência em outros setores da Pasta.

 

Entrei na Secretaria em 1989, já fui funcionário na limpeza, merendeiro escolar por quase 19 anos e até motorista”, declara Carlos. “Hoje trabalhando no jurídico eu sou muito feliz, adquiri experiência e, agora estou me preparando para minha merecida aposentadoria”, finaliza.

 

 

Elas são maioria

 

Os servidores da Secretaria de Educação com mais de 50 anos são verdadeiros tesouros da comunidade educacional. Segundo dados da Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep) da SEEDF, na carreira Magistério Público eles somam, ao todo, 4.918 efetivos (feminino) e 2.598 efetivos (masculino). Já na carreira de Política Pública e Gestão Educacional (PPGE), são 2.232 mulheres e 1.694 homens.

 

 

Umas das mulheres que fazem parte dessa força de trabalho é a professora Karla Branco Figueiredo, 57 anos. A paixão pela educação levou Karla de volta à sala de aula. A professora de letras português e inglês realizou o sonho de voltar para a escola após ser aprovada no último concurso da Secretaria de Educação do DF. Atualmente, ela é professora de inglês no Centro Educacional (CED) 02 do Cruzeiro.

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“É um privilégio voltar para a escola e novamente ter contato com adolescentes e os jovens. Isso me motiva a estudar e me aperfeiçoar como educadora”, diz a professora Karla Branco Figueiredo.

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Estava fora da sala de aula há 10 anos e do serviço público há 20, mas eu desejava muito voltar para a sala de aula, pois é o que eu mais amo fazer. Essa paixão pela profissão ocorre por influência da minha mãe, que também amava a escola”, lembra a professora. “É um privilégio voltar para a escola e novamente ter contato com adolescentes e os jovens. Isso me motiva a estudar e me aperfeiçoar como educadora. Estou muito feliz e definitivamente realizada”, completa Carla.

 

Fonte: Secretaria de Estado de Educação do DF

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