Na sexta-feira (1º), segundo dia da visita a Xangai, na China, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, acompanhada do presidente da Fundação Nacional das Artes (Funarte), Leonardo Lessa, e da delegação brasileira, cumpriu agenda cultural.
A primeira parada foi o museu Power Station of Art, referência em arte contemporânea no país e sede da Bienal de Xangai. No local, eles foram recepcionados pela diretora, Gong Yan.
“Xangai é uma cidade que valoriza a cultura, com muitas galerias, museus, cinemas e teatros. As pessoas ocupam as ruas para viver e apoiar a cultura”, destacou a ministra Margareth Menezes ao percorrer as instalações do espaço.
A instituição vai receber, em julho, uma exposição dedicada à arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, responsável por projetos marcantes na capital paulista, como o Museu de Arte de São Paulo (Masp), Sesc Pompeia, Teatro Oficina e a Casa de Vidro.
Instalado em uma antiga usina termoelétrica às margens do rio Huangpu, o Power Station of Art foi inaugurado em 2012. O prédio chama atenção pela escala monumental e pela proposta experimental.
O museu recebe exposições temporárias de artistas chineses e internacionais, além de projetos comissionados, programas públicos e ações educativas. O PSA é hoje uma plataforma importante para o debate e a difusão da arte contemporânea no contexto chinês e global.
Além da mostra dedicada a Lina Bo Bardi, durante a visita foram tratados temas como intercâmbio curatorial e a presença de artistas brasileiros na China.
Shows
Também nesta sexta, encerrando a programação do dia, a titular da Cultura acompanhou as apresentações do JZ Spring Festival, que neste ano recebe a Plataforma Brasil, série de shows com artistas brasileiros integrante das atividades do Ano Cultural Brasil-China.
Passaram pelo palco nomes como Orquestra Cabulosa, Josyara, Ziwei Xiong, Jonathan Ferr, Silvero Pereira, João Camarero, Hamilton de Holanda, Luedji Luna e Jazz After Party. O evento se estende até o dia 5 de maio.
Fonte: Ministério da Cultura

