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Distrito Federal encerra etapa de Conferências estaduais e distrital rumo à 4ª CNC

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Na manhã deste sábado (27), teve início a 6ª Conferência de Cultura do Distrito Federal, na Câmara Legislativa, em Brasília. Com esta etapa, encerra-se o ciclo de conferências estaduais e distrital realizadas no país, com 100% de adesão das unidades federativas. O secretário-Executivo do MinC, Márcio Tavares, participou da abertura do evento, que elegerá até domingo (28), as propostas do DF e delegados e delegadas que participarão da etapa nacional, que ocorre entre 4 e 8 de março.

“O maior ativo do nosso país é a nossa cultura e esse é o momento de fortalecimento democrático das políticas culturais. É desse processo que vai emergir um novo Plano Nacional de Cultura, que deve projetar os nossos anseios para o país para os próximos anos”, explicou Márcio.

Ainda segundo o representante do Ministério, a boa política é aquela que surge do diálogo com a população. “A gente está com muita esperança de que essa etapa do DF seja rica de discussão, para que os delegados eleitos aqui contribuam na Conferência Nacional”.

A secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, Márcia Rollemberg, disse que essa Conferência é antes de tudo uma grande dedicação da sociedade civil em fazer política pública. Ela citou também os Pontões de Cultura e a Rede Cultura Viva. “Eu acredito muito que a rede do DF é um exemplo, porque Brasília é uma cidade que é jovem, que nasce com o DNA da modernidade e da inovação, e pode muito fortalecer nesse processo de intercâmbio, na região centro oeste e no Brasil”.

O presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), vinculada ao MinC, Leandro Grass, esse é um momento histórico não só em razão da volta do MinC, mas pela força que a cultura do DF tem representado na reconstrução das políticas culturais brasileiras, pois foi um dos lugares do país em que a cultura mais resistiu. “Resistiu a não extinção do Fundo de apoio à Cultura, durante a pandemia, quando tivemos que dar fôlego aos projetos culturais, e pós pandemia, todo o processo de recuperação emergencial daquilo que ainda estava vivo. No MinC, estamos todos muito empenhados numa parceria, num diálogo super republicano com as Secretarias de Cultura do Brasil inteiro”.

O ex-ministro da Cultura, Juca Ferreira, disse que as conferências são a “democracia na veia”. “É preciso convocar e ouvir os que fazem a Cultura. Não há consolidação da democracia no Brasil se nós não garantirmos o desenvolvimento cultural brasileiro”.

Já o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Cláudio Abrantes, falou sobre as prioridades para o DF, entre elas, elencou a reabertura do Teatro Nacional, em parceria com o Iphan. “Reabriremos o Teatro Nacional ainda esse ano, um patrimônio do nosso país”. Ainda segundo o secretário, o DF superou todas as expectativas de participação das conferências nas macrorregiões.

Segundo o presidente do Conselho de Cultura do DF, Wellington Rocha, “este é momento de construirmos, nós precisamos hoje construir um documento forte preciso que será uma radiografia do nosso setor produtivo. Nós estamos aqui para dizer que a cultura tem reivindicações”.

Pelo MinC, também estavam presentes o secretário-Executivo adjunto, Cassius Rosa e o diretor do Sistema Nacional de Cultura, Júnior Afro. Participaram também da abertura a senadora Leila Barros e a deputada Federal Erika Kokay.

Durante a Conferência, estão sendo temas relacionados aos seis eixos do texto base da 4ª CNC, com a formulação de até três propostas por eixo. A programação inclui também intervenções culturais, apresentação de resultados, votação das prioridades setoriais.

Serviço:

6ª Conferência Distrital de Cultura
Data: 27 e 28 de janeiro, sábado e domingo
Local: Câmara Legislativa do Distrito Federal
Aberto ao público



Fonte: Ministério da Cultura

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