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Bióloga brasiliense cria jogo sobre a Rio+20

Nessa segunda (11/6), Nurit Bensusan também participa de debate do Ministério do Meio Ambiente, no Rio de Janeiro




Quem circular pela abertura da Rio+20, conferência ambiental que ocorrerá na capital carioca entre os dias 20 e 22, receberá um livro-jogo distribuído pela Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência  (SBPC). O material foi elaborado pela bióloga brasiliense Nurit Bensusan a pedido da entidade. Especialista em ecologia e doutora em educação pela Universidade de Brasília (UnB), Nurit apresentará seu trabalho durante o evento, com intuito de conscientizar crianças e jovens a respeito das questões ambientais debatidas na Rio+20. O livro tem o título de Rio+20, +21, +22, +23… “O livro explica o porquê do evento, fala sobre sustentabilidade, questões relativas aos oceanos, à preservação de espécies ameaçadas de extinção, entre outros temas relevantes. Nele, ressalta-se a importância de pensar além da conferência. Esse trabalho não se exaure na Rio+20, é preciso pensar à frente, nos outros anos e décadas”, explicou a bióloga.

O livro possui três jogos encartados: o primeiro fala sobre espécies ameaçadas, o segundo sobre o futuro da humanidade, relacionado à preservação ambiental, e o último ganhou nome de Polislândia e trata de temas relacionados à vida nas grandes cidades, a convivência do homem com a natureza. Pesquisa divulgada recentemente, por encomenda do governo federal, apontou que 78% dos brasileiros desconhecem a Rio+20. Foram entrevistadas 2,201 mil pessoas acima dos 16 anos, nas cinco regiões do país. O livro-jogo é uma maneira lúdica de tornar a conferência e os temas abordados por ela mais próximos da população, em especial das crianças e adolescentes. “É mais fácil respeitar o que conhecemos”, afirmou Nurit. A especialista é autora de outros seis jogos (um deles em fase de teste). Todos são de cartas ou livros. Nurit prefere esse tipo de técnica a jogos digitais, pois, de acordo com ela, cartas e livros favorecem a interação social das crianças, além de ensinar.

Impactos da tecnologia na preservação ambiental

Hoje (segunda, 11), às 9h, a bióloga brasiliense Nurit Bensusan falara sobre parte de sua tese de doutorado concluída na Universidade de Brasília (UnB), com o tema Museus de Ciência uma ferramenta de construção ou em construção?, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a convite do Ministério do Meio Ambiente, que promove uma série de debates anteriores à conferência Rio+20. O conjunto de debates precede a Rio+20 e tem como objetivo fomentar a discussão de temas como conservação de áreas protegidas e biodiversidade, além de propor soluções para os problemas ambientais. 

Parte da tese de doutorado de Nurit Bensusan fala sobre biotecnologia e sobre as concepções e estratégias de conservação da natureza. É essa parte da tese que será abordada no debate de hoje. “Tem-se a visão de que a extinção é para sempre. Com a biotecnologia isso começa a mudar. É possível clonar, por exemplo, pandas, que são ameaçados de desaparecer. Sendo assim, a extinção deixa de ser permanente. A intenção é debater os impactos dessa tecnologia no conceito de conservação”, afirmou a bióloga. A tese defendida por Nurit Bensusan em seu trabalho é que os museus de ciência e tecnologia devem ajudar a promover o pensamento crítico sobre Ciência e Tecnologia, assim como os jogos que produz.

Assessoria de imprensa (Nurit Bensusan)

(61) 8313 4019 / 9977 4807 / 8177 3832 / 8428 0719 Janaína Castro ou Clarice Gulyas[email protected] / [email protected]

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